
Do cerrado ao chão de loja
Família de cultura agro, com fazenda, cavalos e interior. Começou Zootecnia e não terminou: o marketing o encontrou pela prática, não pela sala de aula.
Construo marcas de sucesso.
Direção de marketing para marcas que já têm time e querem vender mais.
Marcas, parcerias e cases















Quem é
Goiano, criado entre fazenda, cavalo e interior, viveu o marketing na estrada: ponto de venda por ponto de venda, ouvindo lojista, vendedor e representante comercial.
Foram 8 anos na TXC Brand, onde estruturou o marketing, a comunidade e a expansão de franquias; uma passagem como head de inovação da Red Bull em São Paulo; e a diretoria de marketing do Grupo Pasquini, que agrega 4 marcas: Acostamento, ACT, U.S. Polo Assn. e Acostamento NEXT.
Hoje dá direção ao marketing de marcas que já têm time e querem vender mais: posicionamento, planejamento, branding que vira caixa, CRM e mídia.
Chegou ao Grupo Pasquini, no litoral, de caminhonete, chapéu e sotaque forte. O time passou a chamá-lo de cowboy. O nome pegou.
Bastidores






A jornada
Nenhum desses resultados nasceu em sala de reunião. Nasceram ouvindo lojista, olhando caixa e recalibrando rápido.

Família de cultura agro, com fazenda, cavalos e interior. Começou Zootecnia e não terminou: o marketing o encontrou pela prática, não pela sala de aula.

Entrou quando a marca de moda country começava em Goiânia. Aprendeu a fotografar, editar, tirar pedido e mexer no estoque. Montou o marketing, a comunidade e a expansão, com mais de 30 franquias abertas pelo Brasil, e levou os artistas sertanejos e a Brahma para dentro da marca.

Convidado para ser head de inovação da Red Bull em São Paulo. Voltou para Goiás pela família e abriu a primeira fase de consultoria.

O diretor mais jovem entre os pares do grupo, à frente do marketing de um grupo de moda com mais de 700 colaboradores e 4 marcas. Transformou a estreia do Mirassol na Libertadores em case nacional de branding e trouxe Romulo Arantes Neto como embaixador da Acostamento.

Consultoria de direção de marketing para marcas que já têm time e querem vender mais, em ciclos de 90 dias: diagnóstico, direção e tração.
Cases
Marca não cresce de post em post. Cresce de movimento em movimento, e movimento vira imprensa.


A estreia do clube na Libertadores virou plataforma de marca, com a coleção 1925, e case nacional de branding com a estratégia assinada por ele.




Collab nacional com a maior cervejaria do país, levando a Brahma e os artistas sertanejos para dentro da marca.

Embaixador da Acostamento, com campanha no Copan.
Proposta milionária de um grande administrador de shoppings: 15 franquias com pagamento adiantado. Recusou, porque a estrutura interna ainda não sustentava a promessa.
Longevidade da marca preservadaMarketing pensado para o lojista, para o caixa e para o giro, sem imitar as capitais. Uma marca de cerca de 10 anos passou a atrair clientes das gigantes.
Pedido médio e ticket médio em altaLojistas parceiros capacitados a usar inteligência artificial na operação do dia a dia, com retorno vindo direto de quem está no balcão.
Impacto real na operaçãoCampanha "perfeita" internamente travou no ponto de venda. Parou, ouviu o vendedor e recalibrou linguagem e mecânica em dois dias.
Feedback positivo na semana seguinteMesma campanha, mesmo lojista, cidades diferentes: uma tinha evento regional no período, a outra não. O calendário local mudava tudo.
Calendários locais no planejamentoA loja reformada perdia para a concorrente simples da mesma rua: reforma sem treinamento. Reposicionada com foco em pessoas: treinamento, troca, CRM e presença do lojista.
Percepção da loja transformadaPalcos
Convenções, imersões e treinamentos conduzidos dentro das marcas.









Na mídia
A estreia do Mirassol na Libertadores virou case nacional de branding, com a estratégia assinada por ele.



“A ideia é simples, mas poderosa: transformar marcas em movimentos.”
EgoBrazil · abril de 2026
entrete1
Em breveO livro · em breve pela Doxa
Lições do Brasil real para quem quer vender mais.
Tudo o que ele viveu na estrada, do interior de Goiás ao comando do marketing de uma operação com mais de 700 pessoas, virou livro. Sem teoria de palco: método construído no ponto de venda, ouvindo lojista, olhando caixa e recalibrando rápido.
Os cases desta página são capítulos dele: a recusa das 15 franquias, a marca do interior que incomodou as grandes, campanhas que só funcionaram depois de ouvir o vendedor.
Consultoria
O time posta, roda mídia, faz campanha, e a marca não sai do lugar. O problema raramente é o time. É o que ninguém definiu antes dele executar: o que a marca defende, contra quem joga e onde investe, e como o marketing conversa com a venda.
Indicadores, escuta e mapa de oportunidades.
Plano, metas, verba e rituais.
Na rua, medido e recalibrado.
Quem não tem marca é refém de preço.
Caiube Nogueira
Em que semana começamos o diagnóstico da sua marca?
Quero direção para a minha marca